Pensos Menstruais Descartáveis e Tampões = PERIGO!

Pensos Menstruais e Tampões Descartáveis tem um impacto ecológico importante mas também representam um grande risco para saúde humana. Os fabricantes não são obrigados a divulgar as substâncias utilizadas para a produção dos produtos menstruais. Um triste facto para nós e para o ambiente.

 

Sabias que 10 a 20.000 proteções íntimas (pensos menstruais descartáveis e tampões), por mulher, são queimadas ou demoram 500 anos para degradarem-se

13 vezes por ano, 520 vezes na vida, as pessoas que menstruam vêm o sinal explícito de que seus corpos estão prontos para receber uma vida: o revestimento uterino é renovado e o sangue menstrual aparece.

A cada 28 dias durante o período, a maioria das pessoas que menstruam usam pensos periódicos descartáveis e tampões superabsorventes, cheios de produtos químicos. Apesar de não serem divulgados pelos fabricantes, análises foram realizadas por institutos privados, e o resultado é aterrador: plásticos, derivados de petróleo e dioxina em proteções menstruais convencionais…

Para fabricar as diferentes proteções íntimas (incluindo pensos periódicos descartáveis, tampões e fraldas) a maioria das marcas de higiene usam materiais sintéticos e celulose. Usam plásticos, mas também pó ou gel químico superabsorventes (SAP = super absorbent powder). Muito eficazes para a absorção, mas derivados de matérias-primas provenientes do petróleo.

A celulose vem da polpa de madeira que, normalmente, é branqueada com cloro. O branqueamento com cloro deixa resíduos de dioxina, um poluente muito tóxico para o ambiente e para a saúde humana.

Uma vez que a parede vaginal é muito absorvente, as substâncias químicas que compõem estes produtos descartáveis não têm dificuldades em penetrar no corpo. O problema é que o corpo não sabe como se livrar deles, acomulando todas estas toxinas, que prejudicam a saúde.

Tampão Penso Descartável
Seca e fragiliza a vagina absorvendo a flora vaginal que nos protege das infeções. Sem membrana respirável cria humidade e calor
Pode provocar entre outros:
  • Síndroma de choque Tóxico (SCT)
  • Micro-lesões
  • Alergias
  • Maceração, micose, mau odor

Podes verificar esta informação nos produtos que tens em casa, mas é muito provável que não conste nada. É difícil saber quais são os produtos utilizados no fabrico dos teus pensos menstruais e tampões descartáveis por que essa informação não é divulgada pelos fabricantes!

Em resumo, uma composição misteriosa, sem regulamentação e que embora seja obrigatória, os fabricantes não a revelam.

 

A Comissão Europeia permitiu, em Junho de 1999, que os fabricantes estabelecessem as suas próprias regras relativas à segurança dos tampões.

Até hoje, nenhuma lei exige que os fabricantes indiquem a composição dos tampões.

Sabias que ao contacto com a humidade, o tampão começa a desintegrar-se e deixa minúsculos pedaços de visco dentro da vagina?

Faz a experiência! Põe um tampão dentro de um copo de água e vê o que acontece após alguns minutos.

 

Factos:
Um estudo da ANSES (French Agency for Food, Environmental and Occupational Health & Safety) sobre a composição de produtos íntimos e a fim de determinar se o uso regular pode representar um risco à saúde, publicado a 19 de julho de 2018, divulga que “um certo número de substâncias encontradas em proteções íntimas são disruptores endócrinos (Lilial®, HAP, DNOP, lindano, hexaclorobenzeno, quintozeno, as dioxinas e os furanos).” Também identificou outras substâncias consideradas como sensibilizantes cutâneos conhecidos ou suspeitos (que podem causar reações alérgicas).

Nas proteções íntimas externas, a ANSES comprovou a presença de:

  • butilfenilmetilpropional ou BMHCA (Lilial®): fragrância sintética alergénica e provável desregulador endócrino
  • hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP) são cancerígenos e prejudiciais ao sistema imunológico
  • pesticidas (incluindo glifosato, lindano, hexaclorobenzeno, quintozeno e ftalato de di-n-octilo (DnOP)

 
Nos tampões também foram encontrados:

Dioxinas, furanos e DnOP

“Após a descoberta em certos produtos potencialmente tóxicos de pesticidas cuja utilização é proibida na Europa, como o lindano, hexaclorobenzeno ou quintozeno ou pesticidas autorizados na Europa (glifosato*) ou dioxinas / furanos ou HAP pode ser proveniente das matérias-primas utilizadas, a Agência recomenda uma melhoria na qualidade dos principais componentes dos produtos de higiene feminina”.

 * Desde 2015, o glifosate é classificado ” cancerígena provável ” pelo International Agency For Reseach on Cancer. Hoje, o Glifosato é proibido na europa.

O que é o Síndroma do Choque Tóxico (SCT) ?

O SCT é uma intoxicação violenta que pode ser mortal e causada pelo staphylococcus aureus presente na vagina. A maioria dessas bactérias não representam perigo, no entanto algumas podem proliferar e libertar toxinas venenosas no sangue.

Em 1980, mais de 700 mulheres, no norte do Estados-Unidos, foram infectadas. A maioria dessas mulheres tinha recentemente começado a utilizar um novo tipo de tampão superabsorvente, embora não se saiba ao certo qual dos componentes desses tampões provocou um aumento do risco de SCT.

As mulheres que usam um tampão ou copo menstrual muitas horas, estão em maior risco de desenvolver um síndroma de choque tóxico. Tem atenção em não usar um tampão mais de 6 horas.

 

Lauren Wasser, manequim reconhecida nos Estados Unidos, vítima do Síndroma do Choque Tóxico, foi amputada das duas pernas. Ela luta diariamente para alertar sobre o perigo de uso de tampões:

 

As cuecas menstruais Giras Ao Sol foram produzidas com materiais naturais e biológicos para teres uma menstruação saudável. Sem substâncias nocivas para tua saúde, elas excluem qualquer risco de síndroma de choque tóxico.

 

𝓕𝓲𝓬𝓪 𝓭𝓮𝓼𝓼𝓮 𝓵𝓪𝓭𝓸 🌻
𝓑𝓻𝓲𝓵𝓱𝓪 & 𝓒𝓾𝓲𝓭𝓪 𝓭𝓮 𝓣𝓲,
𝓪𝓼 𝓜𝓪𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼🧡